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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Michael Jackson em comercial de TV em 1997


Em 1997, Michael Jackson assinou um contrato de patrocínio com a empresa Esonic de Taiwan, para promover um leitor de vídeo CD portátil chamado "DiscBaby".

Segundo consta, o leitor de vídeo CD, foi o primeiro do género na época. Foi dado a Michael um leitor de vídeo para experimentar durante a sua turnê HIStory em Taiwan em 1996, ele adorou! A empresa não perdeu tempo e pediu ao Rei do Pop para ser o porta-voz de seu produto.

Michael aceitou e o acordo financeiro quebrou o recorde na época, diz-se ter sido o valor mais elevado para um comercial de TV no país, havia rumores de que foi mais de 10 milhões de dólares NT, cerca de 350.000 dólares, por menos de um minuto de duração do comercial.

Michael assinou um contrato de três anos com Esonic em Junho de 1997, enquanto estava em turnê em Bremen, Alemanha. .
O comercial foi filmado nos EUA em Outubro de 1997, unicamente para o mercado asiático. No comercial também aparece Omer Bhatti, e as gémeas Prety e Morly, as filhas de Ma. (a fã sortuda).





Michael Jackson – Comercial Esonic - Taiwan

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O Diretor Rob Cohen comenta seu momento com Michael



¨Michael Jackson era tão compreensivo com outras pessoas e todas as coisas vivas, que é realmente o que eu mais lembro de Michael, mais que sua dança e canto. Quando você conversava com Michael, você realmente sentia que ele estava sentindo o que você estava sentindo.

Lembro-me de uma noite fazendo uma sessão de gravação de Ease On Down the Road e Quincy Jones estava no estúdio, que estabelece as faixas. Michael estava lá com Diana , e Diana estava cantando sua parte, e depois era como “OK, Michael, vamos fazer sua parte”.

Michael fez um riff de Ease on Down the Road, com sua doce voz angelical, os olhos de Quincy ficaram iluminados, eu nunca vou esquecer. Era como assistir a um leopardo olhando uma cabra.

Quincy era como, “O quê?” E a partir desse momento, os dois estavam unidos, e logo passou a fazer Off The Wall em conjunto e, em seguida, Thriller e tudo começou ali, naquele momento.
Ele amava Nova York. Nós pegamos ele e La Toya em um apartamento no Central Park West e às vezes eu ia buscá-lo ou deixá-lo e eu sempre o via com toneladas de caixas de água mineral Perrier. Eu disse, finalmente, “Michael, que faz com todos os Perrier?” ...ele disse:

“Eu gosto de tomar banho nela. Eu gosto de bolhas.”

De vez em quando eu o levava comigo para o Studio 54 em uma noite de fim de semana, e nós sempre íamos com um grupo grande de modelos de moda e ele saia e dançava e simplesmente incendiava o lugar. Ele já tinha esses movimentos, sabe? Ele não inventou-os apenas para seus vídeos.

Ele não tinha idéia do efeito que ele já tinha sobre as pessoas. Nós voltávamos na limusine com ele no final da noite e eu dizia:

“Michael, você sabe que poderia ir para casa com essa garota, ou você poderia ir para casa com aquela garota. Porque você não levou uma dessas meninas para casa com você? ”

E ele dizia: “Realmente, você realmente acha que elas gostam de mim?”




by Rob Cohen
*Diretor de cinema, Rob conheceu Michael Jackson em Nova York em 1978, enquanto trabalhava na produção de The Wiz.

Fonte: eternomichaelj. / Cartas para Michael

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Uma história pessoal sobre Michael Jackson





Desde os meus 5 anos, eu tenho cantado em estúdios de toda a cidade de Nova York para gravações de comerciais, demos e até para músicas de CDs. Meu irmão, minha irmã e eu já gravamos para álbuns de vários artistas, como Gloria Estefan, Liza Minelli, Maureen McGovern e até fizemos solos para o CD de Natal do grupo Canadian Brass. 

Um dia, minha mãe recebeu uma ligação do nosso contratante que nos agendou uma gravação no estúdio Hit Factory. Não pudemos saber para quem iríamos cantar e só foi permitido ir um parente para cada criança. A nossa curiosidade disparou! Passamos os seguintes dias tentando descobrir para quem poderia ser essa gravação misteriosa. 



Decidimos pegar três capas de CDs – Frank Sinatra (que ainda estava vivo na época), Madonna e Michael Jackson. 

Fomos pro estúdio e um cara nos disse que iríamos cantar apenas uma palavra…“Childhood”. Ele cantou essa parte pra gente uma ou duas vezes e depois começamos a gravar. Nós ouvíamos a música pelos fones, mas a faixa estava sem os vocais principais. Ainda não fazíamos ideia do quê ou para quem aquela gravação seria. Após cantar a palavra algumas vezes, vi pelo vidro um homem sair da escuridão; ele usava um chapéu preto, camisa vermelha e tinha um cacho caído na frente de seu rosto. Do lado de fora do estúdio de gravação, ele falou: “Vocês podem cantar um pouco mais assim… Childhood…”. Assim que ouvi aquela voz, agarrei a mão da minha irmã e falei sem mover os lábios: “É o MICHAEL JACKSON!”.

Cantei “Childhood” por mais 12 vezes e o produtor nos agradeceu, dizendo que conseguimos a gravação. Voltamos à sala onde nossos pais nos esperavam e eu tirei a capa do CD de Bad que minha mãe segurava e o levei à assistente do Michael. Perguntei a ela se poderia chamá-lo para autografar a capa do álbum pra mim. As outras crianças que haviam cantado conosco começaram a rasgar pequenos pedaços de papel pra pegar um autógrafo dele também. Eles não eram, nem de longe, tão preparados quanto a minha família!

A assistente respondeu: “Vou ver o que posso fazer”, e ela desapareceu por cerca de cinco minutos. Quando voltou, ela disse: “Todos vocês podem me seguir?”. Nós a seguimos até uma porta com uma estrela pendurada e onde estava escrito “Jackson”. Entramos na sala e lá estava ele, que nos cumprimentou com um aperto de mão e um sorriso quando passamos pela porta e disse que era um prazer nos conhecer. Vocês podem imaginar isso?! Um prazer nos conhecer?! Sua sala estava cheia de coisas bem estranhas: bonecos dos Power Rangers em tamanho real, um conjunto de trem e um globo gigante que girava. Ele tinha fotos de crianças que havia ajudado anexadas às imagens de seus países de origem.

Michael nos fez muitas perguntas, como por exemplo, se algum de nós tinha ido acampar no verão. Ele contou que sempre pedira aos seus pais pra acampar no verão, já que isso parece muito divertido, mas eles sempre respondiam que não. Essa era a época em que a mídia especulava se ele havia ou não casado com Lisa Marie Presley. Notei um anel no dedo dele e perguntei: “Então, esse anel significa que você é casado com a Lisa Marie?”. Ele acenou afirmativamente com a cabeça e disse: “Shhhhhh”. Nós conversamos por um bom tempo, ele autografou a capa do nosso CD e fomos para casa pensando que tínhamos acabado de passar o melhor dia das nossas vidas.

Uma ou duas semanas depois disso, minha mãe recebeu outra ligação do nosso contratante. Desta vez, ela falou que o Michael nos queria de novo no estúdio para gravarmos uma canção de Natal. Estávamos em julho, mas quando chegamos ao estúdio, vimos que ele tinha sido totalmente decorado. Havia neve por todo o chão, uma árvore, um Papai Noel que deu presentes a todos (cada um de nós ganhou Game Boy… dá pra notar há quanto tempo isso aconteceu!) e várias renas. Michael veio para o estúdio e, dessa vez, não se escondeu atrás do vidro. Acho que ele se sentiu mais confortável com a gente nessa ocasião. Ele próprio nos ensinou a canção e ficou conosco na cabine de som. Depois de gravada a canção, Michael convidou os nossos pais para entrar no estúdio e fizemos uma festa. 

Sentamos em volta do piano enquanto ele tocava e todos nós cantamos canções de Natal. Foi como se estivéssemos às vésperas do Natal no Elefante * (dos meus sogros)! (Elefante Music & School é uma empresa de música e artes cênicas de Nova Jersey. N.T.) 

E então, no dia 25 de junho, quando o mundo inteiro se encontrava chocado com a morte de Michael, essas lembranças foram as que retornaram à minha mente naquele momento. 


- Caryn Elefante
Nota: Não se sabe qual foi a canção natalina gravada. Um dos engenheiros de Som de Michael, Rob Hoffman, um dia disse: “Nós gravamos uma canção de Natal durante o verão de 94 que precisava de um coral infantil. O Michael insistiu que, para aquela gravação, todo o estúdio deveria ser decorado com luzes de Natal, árvores, neve falsa e um trenó. E ele levou presentes para todo mundo.” 


Fonte: http://elefantemusic.blogspot.com.br/2009/07/personal-story-about-michael-jackson.html
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