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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Michael Jackson em comercial de TV em 1997


Em 1997, Michael Jackson assinou um contrato de patrocínio com a empresa Esonic de Taiwan, para promover um leitor de vídeo CD portátil chamado "DiscBaby".

Segundo consta, o leitor de vídeo CD, foi o primeiro do género na época. Foi dado a Michael um leitor de vídeo para experimentar durante a sua turnê HIStory em Taiwan em 1996, ele adorou! A empresa não perdeu tempo e pediu ao Rei do Pop para ser o porta-voz de seu produto.

Michael aceitou e o acordo financeiro quebrou o recorde na época, diz-se ter sido o valor mais elevado para um comercial de TV no país, havia rumores de que foi mais de 10 milhões de dólares NT, cerca de 350.000 dólares, por menos de um minuto de duração do comercial.

Michael assinou um contrato de três anos com Esonic em Junho de 1997, enquanto estava em turnê em Bremen, Alemanha. .
O comercial foi filmado nos EUA em Outubro de 1997, unicamente para o mercado asiático. No comercial também aparece Omer Bhatti, e as gémeas Prety e Morly, as filhas de Ma. (a fã sortuda).





Michael Jackson – Comercial Esonic - Taiwan

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O Rei do Pop no Brasil pela Primeira vez


Na imagem acima, Michael e seus irmãos no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Em sua primeira vez no país, ele posou para fotos com fãs e fez compras em lojas de São Paulo.

Michael Jackson pisou em solo brasileiro pela primeira vez em Setembro de 1974, acompanhando o grupo Jackson Five, durante uma turnê pela América Latina. Na época ele tinha apenas 16 anos, e eles se apresentaram em São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além de se apresentar para a extinta Rede Tupi.

O vídeo que segue mostra cenas raras dos rapazes no programa de televisão, além de contar as histórias dos bastidores.

video

Matéria do jornal Estadão
em 13 de Setembro de 1974

''Os irmãos Jackson já não são apenas cinco! Randy é o sexto e Janet, a sétima. Toda a família Jackson - inclusive o pai, a mãe e um tutor - assistirão aos shows do Jackson Five, hoje e amanhã no Anhembi.

As famílias americanas de classe média têm o hábito de improvisar conjuntos domésticos. Cada um de seus membros toca um instrumento, e todos se reúnem aos domingos, na volta da igreja, ou à noite, antes ou depois do jantar. Foi seguindo esse esquema que a família Jackson iniciou o caminho do sucesso.

O Jackson Five é um conjunto familiar, formado por irmãos que tocam guitarra, piano, baixo, bateria e cantam. No princípio, os shows eram em casa, nós finais de semana. Só para a família. Depois vieram o entusiasmo e a participação em concursos de calouros. Diana Ross os descobriu e a Motown - uma das maiores gravadoras dos Estados Unidos - lançou e sustenta o sucesso dos irmãos Jackson. 

Hoje e amanhã, o Jackson Five - que pode se apresentar como six ou até seven - fará dois shows em São Paulo: o primeiro, às 21h, no Palácio das Convenções; o segundo, às 18h, no Pavilhão Anhembi.

O conjunto começou com cinco integrantes: Jackie, Tito, Jermaine, Marlon, Michael. Depois, veio Randy e agora está ameaçado de transformar-se em Jackson Seven, se a irmã caçula, Janet, começar a participar profissionalmente do grupo.

O profissionalismo da família Jackson começou pelo pai - Joe - que em 51 tocava blues em Chicago, onde também era contra-regra. A mãe nunca teve muita vocação para música, mas mesmo assim tocou clarineta na época do colégio. 

O grupo nasceu da liderança de Tito, hoje com 21 anos e casado com a filha do dono da Motown. Ele começou batucando no violão do pai e acompanhando as músicas tocadas nas rádios. Depois, passou para a guitarra, enquanto Jermaine se iniciava no baixo, Jackie no piano e Michael e Marlon se especializavam no coro.

Hoje, o conjunto funciona assim: Jackie - 23 anos - canta no coro, dança, é o coreógrafo do conjunto e ainda toca piano; Tito - 21 anos - comanda as guitarras e lidera o grupo; Jermaine - 20 anos - é o solista na "área romântica", toca baixo e ainda funciona como o galã do conjunto; Marlon - 17 anos - faz parte do coro, é o que mais dança e se preocupa com a coreografia; Michael - 15 anos - é a vedete do grupo: canta, dança e lidera as entrevistas; e Randy - 12 anos - o mais novo integrante do sexteto, toca tudo o que for percussão.

O Jackson Five, em sua viagem ao Brasil, vem com a família inteira, menos as duas irmãs mais velhas, que não participam no conjunto. Além do pai e da mãe, virá também um tutor, que sempre viaja com os meninos.

Apesar do sucesso de vendagem e da popularidade em todos os Estados Unidos, alguns críticos norte-americanos afirmam que o Jackson Five é um produto da "mágica da Motown". Isso porque a gravadora é a única que ainda mantém o esquema promocional hollywoodiano. 

Mesmo assim, os críticos fazem uma ressalva: "as músicas que dão a eles, são música pop, cantadas pelos pretos e os ritmos são os autênticos ritmos dos blues. Mas é necessário uma certa magia pessoal e especial, para que um menino de 16 anos como Michael cante com convicção uma música lírica."

Os ingressos para as apresentações do Jackson Five estão à venda no Anhembi, Lojas Hi-Fi de Discos (Augusta) apenas para o show de sexta-feira, às 21hs, no Palácio das Convenções. Os preços: Cr$ 180,00 - setor 1; Cr$ 140,00 - setor 2; Cr$100,00 - setor 3; Cr$70,00 - setor 3 de H a Q (preço para estudantes) e Cr$70,00 cadeiras extras no setor 3.

Para o show de sábado, às 18hs, no Parque Anhembi, o preço é único - Cr$20,00 e os ingressos estão à venda nos Ricks Iguatemi, Marconi, Largo do Arouche, Av. São João, Jumbo Aeroporto, Play Center e na Hi-Fi da Augusta.''

A matéria original


O depoimento do fã 
Orlando de Souza

''Estive com Michael Jackson em Brasília, e o ano de 1974 jamais será esquecido de minha mente, pois naquele dia eu, minha irmã Elenice e meu tio Samuel, falecido recentemente, tivemos um encontro inusitado com o Jackson Five.

Saímos do Núcleo Bandeirante (DF) rumo ao show de Jackson Five, que havia feito um show em sua turnê pelo Brasil. Naquele dia do show, a Rodoviária de Brasília recebia milhares de fãs que saiam dali a pé até o Ginásio de Esportes.

Por motivos que jamais saberemos, o aglomerado de pessoas seguia da Rodoviária rumo a Torre de TV de Brasília e nós resolvemos passar por entre os hotéis no Setor Hoteleiro Norte.

Não me lembro se eles estavam hospedados no Eron Brasília Hotel ou no Aracoara Hotel, como passávamos por entre os hotéis (em um percurso diferente da multidão), naquele tempo não havia os viadutos ligando a W3 Norte a W3 sul.

Ao caminharmos, observamos um aglomerado de negros a porta do Hotel com alguns birimbaus (nos disseram que haviam comprado na feira de artesanato da Torre de TV), e isso nos chamou atenção. Resolvemos, então, nos aproximar e, para nossa fantástica surpresa, eram os Jackson Five.

Como eu e minha irmã estudávamos inglês na época, não me lembro se na Cultura Inglesa ou no IBI (Instituto Britânico Independente), falávamos inglês, portanto passíveis de uma comunicação. Fomos bem recebidos pelo grupo e me lembro de ter conversado muito com o Jermaine Jackson, observando todos acomodarem seus pertences no ônibus que os levariam até o local do show. 

Foi uma experiência fantástica da qual até há pouco anos, que me lembro, minha irmã guardava os autógrafos de todos, me lembro muito bem de Michael Jackson, Randal e Jermaine que nos deram total atenção, pois havia muito tempo para o início do show.

Aquele foi, sem dúvida, um show especial para nós, pois a vinda do grupo ao Brasil era um acontecimento extraordinário, em virtude do grande sucesso que já tinham naquele tempo.

Lembro que por falta de alguns equipamentos que ficaram em Belo Horizonte e não chegaram a tempo em Brasília, o show foi cancelado, causando uma grande indignação aos presentes que apedrejaram o ônibus dos artistas, quando do anuncio do cancelamento e adiamento para o outro dia, pois o Jackson Five se deslocou ao Ginásio ainda assim, para dar satisfação aos presentes.

Aquele show teve uma fantástica apresentação e jamais esquecerei o momento do solo de percussão feito pelo Randall, quando o ginásio foi quase abaixo, Michael Jackson cantando divinamente junto com seus irmãos, foi fantástico.

Relutei em escrever esse texto, mas nesse momento me rendo às homenagens que o mundo todo está prestando àquele fenômeno da música pop, prematuro em tudo. Sou fã há muitos anos e fui testemunha da fantástica qualidade de seus shows, durante os mais de 35 anos de música que encantaram o mundo.

Agradeço a oportunidade de poder dizer que, um dia, em Setembro de 1974 eu, minha irmã e meu tio Samuel estivemos com o Jackson Five e Michael Jackson já era o astro rei naquela maravilhosa constelação de talentos.''


Fontes: 
http://pt.wikipedia.org
http://mueap.com.br
http://forevermichael.forumeiros.com
http://orlandosouza.wordpress.com
http://cartasparamichael.blogspot.com.br

domingo, 8 de setembro de 2013

Exclusivo: As origens de 'I Am A Loser'


A mística que rodeava a canção inédita de Michael Jackson, "I Am A Loser" finalmente foi colocada para descansar hoje , depois que um fã vazou a faixa completa on-line. No entanto, embora os fãs agora podem desfrutar da pista e toda a sua glória, e ainda há muita confusão sobre a verdadeira origem da música. 
Fãs de Michael Jackson há muito tempo têm especulado que a faixa foi escrita e gravada no final da década de 90 – antes do lançamento do álbum 'Invincible' de 2001. No entanto, esta informação tem provado para ser impreciso.
"I Am A Loser" foi concebido mais de um ano após o lançamento do 'Invíncible', em janeiro de 2003, logo depois de encerrar a última de uma série de entrevistas para o documentário do malfadado "Living With  Michael Jackson" de Martin Bashir.
Jackson e seu colaborador de longa data Brad Buxer, quem é responsável pelas contribuições para uma infinidade de faixas, incluindo "Who Is It" e "Stranger In Moscow", foram ficando em quartos de hotel de Las Vegas adjacentes ao tempo enquanto estavam trabalhando juntos na música.
Buxer, que estava passando por uma separação na época, estava acordado tarde uma noite. Chateado com a separação, ele estava andando ao redor de seu quarto repetindo: "Eu sou um perdedor! Eu sou apenas um perdedor! "
Em pouco tempo Jackson, que podia ouvir Buxer através da parede, bateu em sua porta e entrou e perguntou: "Qual é o problema?"
"Ah eu sou um perdedor..." respondeu Buxer, antes de explicar a sua situação.

"Vamos escrever uma música sobre isso," sugeriu Jackson.
E assim, Jackson e Buxer começou a trabalhar, co-escrevendo e compondo a faixa "I Am A Loser" até as primeiras horas da manhã.
"Nós tivemos a nossa configuração típica de gravação", explica o engenheiro da dupla / produtor, Michael Prince. "ProTools, teclados, um microfone configurado com fones de ouvido - a coisa toda. Então, é basicamente um mini-estúdio de gravação. "
ESQUERDA PARA A DIREITA: BUXER, JACKSON, E Prince

"Brad estava jogando as chaves e Michael estava fazendo um vocal zero. Aconteceu muito rápido ", lembra Prince, que começou a trabalhar na música logo após o primeiro vocal zero tinha sido previsto.


"Michael fez várias performances para obter uma boa demo," disse o Prince. "Nós trabalhamos ainda mais no rancho (Neverland) e em outras vezes em outros lugares, também. Michael gostava de manter as coisas de polimento. Ele estava sempre pedindo um novo som aqui ou um novo HIT lá. "
A canção é construída em torno da marca Jackson/Buxer drum loops e sons de beatbox na veia de "Stranger in Moscow" e "Beautiful Girl" e apoiado por sintetizadores suaves e uma harpa angelical. Jackson diz a verdadeira história do Buxer de um amor perdido com letras pungentes:  “I say hello/You say goodbye. I reach to you/You don’t even try. I am a loser. I am a loser.”
Após examinar o que foi divulgado ontem, o MICHAEL PRINCE pode confirmar que não é a versão mais recente da pista.
"Eu quero dizer a versão vazada é vocalmente completo, mas você pode dizer que é o demo porque depois do segundo ou terceiro coro ouvir Michael go 'Ahh' como esse, porque ele estava se preparando para cantar uma parte e então ele parou", explica Prince. "Ninguém que editou. Ele Não quis dizer por que tinha deixado no registro. Assim como [a faixa inédita] "Gloucestershire" - Michael começa fazer um pouco da parte chifre com sua voz, apenas para que ele não esquecê-lo -. Porque é uma faixa vocal do zero "

"A versão que vazou é muito bonito a demo acabado de antes tornou-se 'I Was The Loser’'."
"O que você está ouvindo é Michael cantando e Brad tocando . Que realmente é a demo. Os vocais são intocados, un-atento e inéditos,", diz o prince
"Ele estava feliz com o original 'I Am A Loser' (demo)," Adiciona o prince. "Mas antes que nós a tocamos para mais ninguém, tivemos uma longa conversa e Michael disse, ' Eu não quero ser um perdedor. Não me importo se eu era o perdedor, mas não quero dizer que ainda sou um perdedor.' Então nós mudamos isso."
"I Was The Loser" é a versão final da pista.
Jackson não gravou a música inteira novamente quando ele mudou de "I Am A Loser" para "I Was The Loser". Ele simplesmente re-gravou essa linha específica, enquanto a composição musical permaneceu exatamente o mesmo.
A linha "I was the loser" foi gravado em um estúdio improvisado, criado pelo prínce no quarto do Hotel Bel Air de Jackson no final de 2008 – no mesmo período de tempo em que o rei do Pop estabeleceu vocais adicionais para outras faixas pré-existentes, incluindo  "Best of Joy" e "Hollywood Tonight".
Estes, entre muitos outros, eram faixas que Jackson teve que "fazer" a lista no momento de sua morte em 25 de junho de 2009. Uma nota manuscrita detalhando os títulos de 28 faixas de Jackson que esperavam concluída, incluindo "The Loser" como Jackson chamou, foi encontrado ao lado de sua cama depois de sua passagem. Veja abaixo:



JACKSON'S 2009 "TO DO" MUSIC LIST

"Há coisas que enfiou na cabeça dele," diz o prínce. "Às vezes ele escreve novas músicas, e às vezes ele quer trazer algo do passado , que ele sabe que é uma gema bruta."
"Lembro-me um pouco que trabalhamos em 'Scared Of The Moon’  para o álbum 'Invincible', na verdade. Eu me lembro de Steve Porcaro brincando, 'Oh, essa música de novo?' É tão engraçado porque eu nunca tinha ouvido antes. Mas que forma Michael é de fazer as coisas – sempre revisitou algumas das suas coisas favoritas. Ele diria, ' por que não colocá-la no nosso último álbum? Vamos ouvir de novo. Pode ser melhor?' Às vezes torna-se no álbum e às vezes não."
Tanto "I Am A Loser" e "I Was The Loser" permanecem inéditas em missão oficial para este dia.  , ou seja um novo álbum de inéditas!

Fonte: http://www.damienshields.com/

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O Encontro de Rihanna com Michael Jackson


A cantora Rihanna conheceu Michael Jackson nos bastidores do MTV Japan Awards em 07 de Agosto de 2006. Durante uma entrevista com a revista Sister2Sister Rihanna comentou o encontro:


Ericka: Você esteve no Japão e você passou algum tempo com Michael Jackson. O que aconteceu? Como ele é?

Rihanna: Oh, ele é tão gentil! Muito tímido, mas muito gentil.

Ericka: Será que você tinha uma ideia de como ele poderia ser, antes de conhecê-lo?

Rihanna: Não, eu não tinha ideia. Eu estava muito, muito nervosa, porque eu não sabia o que esperar.

Ericka: Então, como foi que isso aconteceu? Ele acabou de se aproximar de você ou você foi falar com ele?

Rihanna: Ele mandou uma mensagem para o cara que estava me levando ao redor da arena. Ele era como... "Eu gostaria de saber sua agenda, porque eu quero conhecê-la." E eu era como... ''O quê?'' Comecei pirando e... "Eu pareço bem? Como está o meu cabelo?" E então, finalmente, eu encontrei com ele e ele é tão doce.

Ericka: O que você conta?

Rihanna: Sinceramente? Nós não falamos sobre muito mas, honestamente, eu não posso mesmo dizer-lhe o que falamos.

Ericka: (risos)

Rihanna: Eu estava tão deslumbrada que... Eu fiquei sem palavras. Eu não sabia o que dizer.

Fontes:
Sister2Sister
UK Loves MJ

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O Diretor Rob Cohen comenta seu momento com Michael



¨Michael Jackson era tão compreensivo com outras pessoas e todas as coisas vivas, que é realmente o que eu mais lembro de Michael, mais que sua dança e canto. Quando você conversava com Michael, você realmente sentia que ele estava sentindo o que você estava sentindo.

Lembro-me de uma noite fazendo uma sessão de gravação de Ease On Down the Road e Quincy Jones estava no estúdio, que estabelece as faixas. Michael estava lá com Diana , e Diana estava cantando sua parte, e depois era como “OK, Michael, vamos fazer sua parte”.

Michael fez um riff de Ease on Down the Road, com sua doce voz angelical, os olhos de Quincy ficaram iluminados, eu nunca vou esquecer. Era como assistir a um leopardo olhando uma cabra.

Quincy era como, “O quê?” E a partir desse momento, os dois estavam unidos, e logo passou a fazer Off The Wall em conjunto e, em seguida, Thriller e tudo começou ali, naquele momento.
Ele amava Nova York. Nós pegamos ele e La Toya em um apartamento no Central Park West e às vezes eu ia buscá-lo ou deixá-lo e eu sempre o via com toneladas de caixas de água mineral Perrier. Eu disse, finalmente, “Michael, que faz com todos os Perrier?” ...ele disse:

“Eu gosto de tomar banho nela. Eu gosto de bolhas.”

De vez em quando eu o levava comigo para o Studio 54 em uma noite de fim de semana, e nós sempre íamos com um grupo grande de modelos de moda e ele saia e dançava e simplesmente incendiava o lugar. Ele já tinha esses movimentos, sabe? Ele não inventou-os apenas para seus vídeos.

Ele não tinha idéia do efeito que ele já tinha sobre as pessoas. Nós voltávamos na limusine com ele no final da noite e eu dizia:

“Michael, você sabe que poderia ir para casa com essa garota, ou você poderia ir para casa com aquela garota. Porque você não levou uma dessas meninas para casa com você? ”

E ele dizia: “Realmente, você realmente acha que elas gostam de mim?”




by Rob Cohen
*Diretor de cinema, Rob conheceu Michael Jackson em Nova York em 1978, enquanto trabalhava na produção de The Wiz.

Fonte: eternomichaelj. / Cartas para Michael

terça-feira, 19 de março de 2013

Entrevista com o fotógrafo de Invincible



Uma entrevista com Albert Watson, o fotógrafo da sessão de Invincible.

Como seria, a princípio, a sessão de fotos?

No princípio a ideia era fotografar Michael em Tóquio para Blood on the Dance Floor, mas quando cheguei o estúdio já estava preparado. Michael estava resfriado e não podia tornar a sessão assim que eu voltei e acabei usando uma ilustração.

Pouco tempo depois ele me ligou para dizer o quanto ele lamentou não poder fazer as fotos em Tóquio, mas gostaria de fazê-la e nos encontramos duas semanas depois, no Four Seasons, em Nova York. Nós estávamos lá e bebemos alguma coisa juntos. Quando eu digo bebemos quero dizer ‘água potável’, sem álcool.

Foi muito, muito simpático. Encantador. Eu sempre vou me lembrar de seu forte e decidido aperto de mão . Ele estava muito seguro sobre a sessão de fotos mas também queria me dar liberdade. E disse: “Você é o artista - sendo assim tem completa liberdade.” Eu disse: “Eu tenho essa ideia com espelhos e eu acho que você vai ficar bem …Uma pista de dança e uma barra no centro dela, como uma barra de stripper, que possa usá-la“ e ele me disse que soava genial ..

Então eu fiz seus retratos e ele dançou durante 20 minutos, o que é muito tempo, na verdade. Eu o fotografei dançando e foi muito profissional. Não quis nem cabeleireiro nem maquiador no set. Ele escolheu um terno e perguntou se eu gostava. Estava realmente bem.

Ele escolheu o traje para si mesmo?

Sim e não. Entre 3 ou 4 trajes ele escolheu um e foi assim.

Qual era o propósito dos espelhos, tentou recriar a foto que você fez de Jack Nicholson (em 1998)?

Ele tinha visto a reportagem e gostou muito. Eu sugeri fazer um longametragem de imagens no espelho dividindo as partes, tornando a história mais artística, o que ele amava. Ele disse que 'o quanto mais artístico melhor.'

Como foi Michael no dia da sessão?

Ele era muito amável. Ele chegou à 10:15 e conduziu seu carro até o meu estúdio. Fechamos a porta atrás dele, e ele se preparou durante uma hora com sua maquiadora e cabeleireiro e depois discutimos as roupas. Primeiro eu fiz o retrato e depois dele dançando. Foi fantástico. Ele foi super profissional, super simpático, agradável , muito educado com todos. Ele agradeceu a todos eles quando terminou. Foi um prazer absoluto. No dia seguinte, ele voltou e repetimos um segundo retrato. Ele queria tentar outra ideia e assim fez outro retrato no segundo dia.

Qual foto escolheu para a capa?

Ele usou o retrato do segundo dia para a capa e havia ainda outra do primeiro dia.

Será que algum dia veremos estes retratos?

Possivelmente, no futuro, usarão para alguma coisa. Tecnicamente pertencem ao Estado. Na verdade, pertencem a Sony. Mas nós combinamos no contrato que teria controle artístico sobre as fotografias para uso em livros e exposições.

Então você está planejando fazer um livro ou uma exposição destas fotografias?

Não. Sempre farão parte, por exemplo, as fotos de uma restropectiva exposição anteriormente feita.

Quantas fotos fez para a sessão?

Eu acho que seria de cerca de 200 fotos dele dançando e para o retrato foram muito menos, cerca de 20.

Pode escolher as fotos para o álbum ou foram Michael e a Sony que os escolheram?

Foi uma combinação de ambos. Seguiram minhas recomendações.

Você tem uma foto favorita da sessão?

Não. Toda a experiência em geral foi muito boa. Ele é tão profissional. Michael gostava de trabalhar. As pessoas foram tão profissionais e organizadas de modo que apreciou isso.

Ele teria escolhido esta foto para a capa?

Foi sua escolha e eu acho que desde o início teve a ideia de uma imagem com diferentes cores e tons para a capa do álbum e fotos dentro dele. Esta foi a ideia básica da capa.

Qual foi a ideia de Blood on the Dance Floor ?

Para BOTDF tinha feito uma pista de dança especial e ia fotografá-lo de cima e de baixo. Em uma delas, a pista de dança seria dominante e o outro seria apenas um pedaço muito pequeno de com ele contra um fundo branco. Essa foi a ideia, mas estava doente e não podia fazê-lo. Ele me pediu para ficar uma semana, mas não podia porque tinha outros compromissos. Foi uma grande experiência.

Se pudesse fotografar a Michael novamente, onde e em que contexto você gostaria de fazê-lo?

Falei com ele brevemente sobre a possibilidade de fazer uma reportagem na rua, porque ele sempre foi assim tão protegido, mas ele disse que era um assunto que poderiam fazer algo. E eu gostei da ideia. Nós conversamos sobre essa possibilidade, mas em última análise, preferiu a ideia dos espelhos. Mas eu teria gostado de ter feito uma história à noite em uma rua como ele fez em Thriller.

Você tem uma cidade em mente?

Brooklyn teria sido bom, um lugar muito americano. Também comentou sobre no deserto, mas era difícil logisticamente. Ele estava em Nova York terminando o álbum, então eu tinha que estar em Nova York.


Fonte: http://offthewall.forumeiros.com/t1040-albert-watson-fala-sobre-michael-jackson

sábado, 16 de março de 2013

A História por Trás da Musica: All In Your Name




Barry Gibb e Michael Jackson, durante gravação de 'All in your Name', em 2002 Foto: Reprodução



Barry Gibb e Michael , durante gravação de 'All in your Name', em 2002


O eterno integrante dos Bee Gees Barry Gibb revelou em 2011 uma canção escrita e interpretada por ele e Michael Jackson em 2002. Batizada de All in your Name, a música é aparentemente um protesto contra a guerra no Iraque, cuja invasão começava a ganhar força nos EUA naquele ano. Segundo Gibb, há mais de duas horas de gravações dos dois trabalhando juntos em estúdio, todas filmadas por Ashley, filho do cantor britânico.


Logo abaixo da publicação, o músico escreveu que ele e o rei do pop eram grandes amigos, com gostos musicais muito parecidos e que a consequência disso foi uma incrível facilidade para comporem juntos. 
"Quanto mais nos conhecíamos, mais ideias tínhamos e elas acabaram se tornando esta canção All in Your Name.
Gibb ainda explicou que a música "é a mensagem que Michael gostaria de enviar a todos os seus fãs espalhados pelo mundo de que ele fez tudo por eles e pelo puro amor à música". "Eu espero e rezo para que todos consigam ouvi-la inteira. Esta experiência eu guardarei para sempre".
All in your Name foi gravada em dezembro de 2001, três meses antes de os EUA invadirem o Iraque, no Middle Ear Studio, em Miami. Tanto Jackson quanto Gibbs expuseram algumas vezes sua repulsa em relação à guerra travada contra o país, então governado pelo ditador Saddam Hussein.
                                                    
                                                       Confira as gravações da musica:
                                          

                                          

                                         

                                        


Ouça a versão de  "All In Your Name"

                                          


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Historia por trás da musica "Smile"



                          Smile

Uma canção originalmente composta por Charles Chaplin em 1936, Smile é a ultima faixa do álbum HIStory

Planejada para ser lançada como oitavo e último single do álbum em 1997, o projeto foi cancelado dias antes de sua liberação comercial.

Apenas alguns exemplares do single foram lançados na Holanda, Alemanha e África do Sul (onde conquistou o recorde de vendas). A música sem nenhuma divulgação chegou a #74 no Reino Unido, #71 na Alemanha, #70 na Suíça #56 na Austrália.




Lançamento: 28 de Dezembro de 1997
Vendas Mundiais do Single: 45.000
Vendas Digitais: 30.000
Letras e Composição: John Turner e Geoffrey Parsons
Produção: Michael Jackson e David Foster
Piano: David Foster
Mixagem: Bruce Swedien
Baixo: David Foster
Arranjos: Michael Jackson e David Foster
Arranjos (Vocal): Michael Jackson


Dentre vários ícones que Michael Jackson admirava, Charles Chaplin era a estrela que mais brilhava no seu grupo de inspiração. Fã assumido de Chaplin desde criança, fazia questão de citá-lo em suas raras entrevistas como um de seus ídolos:

''Ele era um gênio, nos fazia rir e chorar ao mesmo tempo" declarou Jackson no documentário Private Home Movies de 2003. 

Michael colecionava obras de Charlie e gostava de se vestir com os trajes do seu personagem O vagabundo desde o tempo em que participava dos Jackson Five.


Uma das mais belas canções já escritas, Smile descreve um simples ato, sorrir.

Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido...
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, de que adianta chorar?
Você descobrirá que a vida ainda continua
Se você apenas sorrir



(*foto: Como Michael, Chaplin começou muito cedo no show bizz. Sendo um talentoso desenhista, Michael Jackson desenhou o retrato de Charlie Chaplin)

Não se sabe o motivo da gravadora de Michael Jackson ter vetado a divulgação do single Smile. Boatos na época, afirmavam que a gravadora estaria focada no álbum de remixes (Blood On The Dance Floor) e por isso, teria retirado o lote de cópias que seria distribuído na Europa. 

Por fim, uma das músicas preferidas de Michael Jackson não teve uma divulgação digna.


Com 20 milhões de cópias, HIStory tornou-se o disco-duplo mais vendido de toda a história da música. De fato, juntando as vendas de seus singles, esse numero supera a marca. 

Em 1995, cópias limitadas do cassete do disco foram lançadas nas Américas, principalmente no México, Argentina e Brasil:


Em 2001, acompanhando o lançamento das edições especial de seus álbuns e Invincible, a Sony Music lançou o disco 1 de HIStory: Greatest Hits: HIStory Volume I. Cerca de 450.000 cópias do álbum foram vendidas em todo o mundo.


Fonte: MJBeats

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Entrevista com Mick Garris, diretor de Ghosts




No início de sua carreira, Mick Garris, criador da série de TV Masters Of Horror e diretor de adaptações de Stephen King para o cinema, como O Iluminado e A Dança da Morte, e sua esposa Cynthia, vestiram-se de zumbi em Thriller.

Uma década depois, Garris passou a fazer parte da equipe que lançou Ghosts. Ele falou com Movieline sobre o desenvolvimento do projeto, trabalhando com seus formidáveis parceiros criativos e como Jackson lutou contra monstros tanto na tela quanto na vida real.

Como você chegou a ser um zumbi em Thriller?

John Landis já era um amigo há vários anos. Na verdade, nós nos conhecemos quando eu era um recepcionista do Star Wars original em um escritório da Universal. O escritório de John era ao lado do meu quando ele estava preparando Animal House. E Rick e sua esposa na época, Elaine, tinham sido amigos muito próximos e vizinhos para mim e Cynthia.

Então, quando eles nos convidaram, nós fomos correndo. Eu era um escritor promissor, na época, fazendo publicidade para os estúdios e afins, apenas começando a escrever adaptações de livros para o cinema.

Havia a sensação de que você estava vendo a história da cultura pop sendo feita?

Sabíamos que estávamos fazendo algo especial, mas não tinhamos idéia de quão especial seria. Sabíamos que era uma dimensão muito maior do que os vídeos de música na época tinham sido, e muito diferente do desempenho habitual das coisas em 1980. Mas assistir Michael ao vivo na primeira noite que estive lá foi eletrizante. Eu me tornei um fã ali.

Você se tornou amigo de Michael Jackson, então?

Nós não nos tornamos amigos nesse momento. Mais tarde, quando eu estava filmando The Stand, Stephen King e Michael criaram um roteiro juntos para outro video assustador - de uma dimensão enorme, mesmo em comparação com Thriller. Stephen King me recomendou para ele, e é aí que eu realmente conheci o Michael como indivíduo. Nos tornamos amigos através dessa experiência.

O que você acha que Michael queria alcançar com Ghosts?

Michael queria fazer o maior e mais assustador filme musical já feito. Bem, eu não sei se foi isso que aconteceu, você não pode ser realmente assustador neste contexto, mas é enorme, a música e a dança são excelentes, e é absolutamente o espetáculo.

E ele definitivamente tem o seu ponto de vista. Esse tema do estranho banido que ele e King criaram foi importante, e o foco foi mantido através de várias encarnações [dos personagens].

Mick Garris
Como você se envolveu, e como foi a colaboração entre você, Michael, Stan Winston e Stephen King no trabalho?

Eu era, na verdade, o diretor original. Ele foi iniciado em 1993, e eu trabalhei nele durante a pré-produção
e duas semanas de produção. Ele ficou parado por três anos antes de ser retomado com Stan Winston, que estava fazendo os trabalhos de efeitos quando eu estava dirigindo.

Eu o recomendei para terminar as filmagens quando estas recomeçaram, porque eu estava prestes a filmar O Iluminado. Então sim, eu estava muito no set. Mas eu não estava lá quando a continuidade da produção ocorreu em 1996. Eu recebia ligações à meia-noite de Michael, que estava tão apaixonado por finalizá-lo, torná-lo especial. Ele e Stan tinham se tornado amigos desde quando eles fizeram The Wiz juntos.

No início, ele e Stephen fizeram o roteiro juntos, e eu não estava a par do que se passou em seguida. Foi quando foi dada a luz verde [após a aprovação dos custos do projeto] que Michael, eu e Stan nos reunimos durante horas a fio, planejando os efeitos complicados, assim como a música e a narração.

Mas começou como algo completamente diferente. Ninguém sabe disso, mas era para ser originalmente um vídeo para promover [o filme] A Família Adams. Na verdade, Christina Ricci e o menino que interpretou Pugsley, estavam nele.

Filmamos durante duas semanas e nunca conseguimos os números musicais. Era muito caro e ambicioso. E quando o chamado "primeiro escândalo" aconteceu, foi quando estávamos filmando. De repente, Michael estava fora do país, o estúdio já não queria ele para ajudar a promover o filme.

O que significa, para você, que Stan e Michael agora tenham partido?

É incrivelmente triste, é claro, e realmente trágico. Stan era um homem muito talentoso e engraçado e simpático. Mas eu estava mais próximo de Michael, passei mais tempo com ele. Na verdade, partiu o meu coração ver o que aconteceu com ele.

Ele sempre foi muito frágil, tinha muita dificuldade para dormir. Lembrou-me muito a canção de Don McLean sobre Vincent Van Gogh. O mundo pode ser vil, e Michael não tinha um osso vil nele. Muito vulnerável e doce. E o que a maioria das pessoas não percebem é quão inteligente ele era e o quanto especialmente engraçado ele poderia ser. Um cara muito inteligente, explosivamente talentoso.

Será que Michael tinha esperança de Ghosts sair tão grande quanto Thriller?

Michael sempre parecia ter esperança de fazer algo que seria enorme. Ele pensava grande, porque toda a sua vida parecia estar cercada por magnitude. Eu não sei como suas esperanças estavam em termos de comparação com Thriller, mas sei que ele pensou que seria muito especial.

Ghosts e Thriller o mostram como um carismático, um monstro "brincalhão". Você acha que ele ficou se divertindo com essa reputação, mesmo quando a mídia se voltou contra ele?

Ele era muito brincalhão com essa imagem, embora, quando a imprensa tornou-se vil, ele definitivamente foi ferido por isso, e recuou e se tornou mais recluso. Mas, embora fôssemos amigos, eu não via o tempo todo. Um par de anos pode ter se passado sem ver ou falar um com o outro, mas quando o fizemos, nós sempre tivemos um bom tempo juntos.

Onde você estava quando soube que ele morreu? O que você imediatamente pensou e sentiu?

Eu estava dirigindo meu carro quando ouvi no rádio que ele tinha sido encontrado inconsciente e levado às pressas para o hospital. Fiquei aturdido, é claro, como todos. Depois, cerca de uma hora mais tarde, quando eu ouvi rumores de que ele tinha morrido, eu simplesmente não podia acreditar.

Demorou uns dias para a ficha cair. Talvez fosse inevitável, eu não sei. Eu só sei que ele era frágil, sensível e um cara incrivelmente doce e generoso. Partiu meu coração, assim como partiu o do mundo. E eu realmente senti por seus filhos, que são incríveis e puros de um jeito que você não pode imaginar. Pelo menos, eles eram quando eu os vi pela última vez, uns anos atrás.

Como alguém que o conhecia, qual a sua reação às especulações 24 horas por dia e a cobertura da mídia?

Eu não sei, eu odeio especular. Eu sei que ele tinha seus demônios, medos, fragilidade. Eu realmente não vi uso de drogas ou qualquer dessas coisas. Não era que um relacionamento íntimo. Tudo o que sei é que ele era alguém que eu amava muito, e tive o privilégio de conhecer e trabalhar, e eu sinto falta dele.

Mesmo que eu não tenha visto ele por anos, sempre parecia que iríamos nos juntar novamente em breve para falar sobre filmes, e rir, brincar e nos divertir. Fico tão triste de que isso não vá acontecer novamente...

Você viu a solidão e a tristeza que ele alegava ter sido sua companheira constante?

Um dos meus primeiros encontros com ele foi em Nova York, onde ele tinha um apartamento de luxo no Trump Towers. Ele estava muito solitário. Ele me levava até a janela e apontava para a Fifth Avenue lá embaixo e me dizia que daria tudo para poder apenas andar por lá e ir para as lojas, mas não podia.

Fui visitá-lo em Orlando, e fiquei surpreso ao descobrir que eu era o único, além da sua equipe, que estava junto com ele. Não havia ninguém além de nós, por dias. Eu não acho que ele tinha um monte de amigos próximos, pessoas que não queriam algo dele.

Sua memória mais duradoura dele será ...?

Fazendo ele rir. Quando Michael ria, quando você levava ele mais e mais a apenas rir por trás da mão, era uma visão para se ver. Ele apenas adorava rir, e era divertido provocá-lo com suavidade.

Talvez uma das minhas lembranças favoritas tenha sido no set de Ghosts: nós gravamos um take, e se eu quisesse outro, eu iria fazer a voz de Bullwinkle [personagem de uma série de desenhos animados] e dizer: "Desta vez, com certeza!" A primeira vez, ele apenas riu e riu e riu. Então ele continuaria a pedir, mesmo após um bom take: "Mick, faz Bullwinkle!" Isso é como eu gosto de lembrar dele.

Deseja que Ghosts tenha um lançamento em DVD, agora?

Espero que sim. Foi extremamente caro, e nunca lançado nos Estados Unidos. Ele pagou por ele por fora, de seu próprio bolso, também. Então eu não sei quem é o dono. Mas eu acho que as pessoas iriam adorar.

Ele mudou muito do momento que eu trabalhava nele até o tempo ele foi finalizado, mas é completamente uma realização. Eu adoraria vê-lo disponível. A única cópia que eu tenho foi a que eu encontrei em uma loja de música em Hong Kong, no velho formato VCD. Ele merece coisa melhor.

Fonte: http://mjneverland.ptforuns.com

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A História por trás da música "Little Susie"

"Little Susie" : Uma História Real na melodia e Sensibilidade de Michael Jackson:


Em 1972, uma garota chamada Susie foi assassinada. Michael Jackson compôs uma canção para ela e fez parte do álbum "History" (1995).
A música foi concebida com o nome "Little Susie", e sua profundamente triste história foi transformada por Michael em uma linda música.



A HISTÓRIA

Era uma vez, não faz muito tempo, havia uma garotinha de nome Susie. Era 
uma garota dos sonhos de qualquer pai: esperta, doce e adorável.
Ela tinha tudo o que desejasse vindo de sua família, mas ninguém a amava.
Sua mãe estava envolvida com drogas e seu pai estava internado em uma instituição psiquiátrica.
Sua irmã mais velha, Ana, era a única que cuidava dela. Ana foi a mãe que Susie nunca teve e a amva como uma filha.
Certo dia, Ana foi ao mercado e acabou sendo atropelada por um caminhão, vindo a falecer antes de dar entrada no hospital.
Susie foi tomada por um desespero, pois não imaginava quem poderia tomar conta dela agora.
Ficou sem comer durante dias e não saía de sua fria e obscura casa por circunstância alguma.
Tempos depois, sua mãe morreu devido ao uso das drogas e Susie foi encaminhada
para as montanhas, a fim de que morasse com seu avô.
Durante dois anos, ela foi escravizada e sofreu abuso por parte de seu avô.
Um certo dia, ele se embriagou e saiu de casa deixando Susie sozinha. Ela 
subia as escadas para ouvir sua caixinha de música. Alguém entrou na 
casa e, além de roubar todo o dinheiro que havia, e atacou a pobre 
menina.
Quando a polícia chegou para investigar, verificou-se que todo o dinheiro 
havia sido levado. Susie estava caída perto da escada com sangue em seu 
cabelo. Já estava morta.
Vendo a menina ali, um dos homens empurrou o corpo de Susie para o lado e continuou sua investigação.
Seu corpo foi cremado e as cinzas foram entregues ao seu avô, que após uma 
semana, não se importando mais com as cinzas da menina, jogou-as em um 
rio.
Deste dia em diante, dizem que se você chamar pelo nome de Susie e escutar 
com muita atenção, você pode ouvir seu triste e inocente choro chamando 
pela ajuda que nunca chegou.

LETRA
(LITTLE SUSIE) 

Somebody killed Little Susie

The girl with the tune
Who sings in the daytime at noon
She was there screaming
Beating her voice in her doom
But nobody came to her soon

A fall down the stairs
Her dress torn
Oh, the blood in her hair
A mystery so sullen in air
She lie there so tenderly
Fashioned so slenderly
Lift her with care
Oh, the blood in her hair

Everyone came to see
The girl that now is dead
So blind stare the eyes in her head
And suddenly a voice from the crowd said
This girl lived in vain
Her face bear such agony, such strain

But only the man from next door
Knew Little Susie, now he cried
As he reached down
To close Susie's eyes
She lie there so tenderly
Fashioned so slenderly
Lift her with care
Oh, the blood in her hair

It was all for God’s sake
For her singing the tune
For someone to feel her dispair
To be damned to know hoping is dead
And you’re doomed
Then to scream out
And nobody’s there
She knew no one cared

Father left home
Poor mother died
Leaving Susie alone
Grandfather’s soul too had flown
No one to care
Just to love her
How much can one bear
Neglecting the needs in her prayers

Neglection can kill
Like a knife in your soul
Oh, it will
Little Susie fought so hard to live
She lie there so tenderly
Fashioned so slenderly
Lift her with care
So young and so fair
TRADUÇÃO
(PEQUENA SUSIE)

Alguém matou a pequena Susie 
A menina com a melodia
Que canta ao meio-dia 
Ela estava lá gritando 
Ritmando sua voz em sua morte 
Mas ninguém veio salvá-la a tempo
Uma queda da escadaria 
Seu vestido rasgado 
Oh, o sangue em seus cabelos
Um mistério tão sombrio no ar 
Ela está deitada lá tão delicadamente
Arrumada tão graciosamente
Levante-a com cuidado 
Oh, o sangue em seus cabelos
Todos vieram ver 
A menina que agora está morta 
Tão cegos encaram os olhos em sua cabeça... 
E, de repente, uma voz na multidão disse
"Esta garota viveu em vão. 
O rosto dela carregava tanta agonia, 
Tanta tensão"Mas só o vizinho 
Conhecia a Pequena Susie, agora ele chorou 
Enquanto ele se abaixava 
Para fechar os olhos dela
Ela está deitada lá tão delicadamente
Arrumada tão graciosamente
Levante-a com cuidado 
Oh, o sangue em seus cabelos
Foi tudo por causa de Deus 
Por ela cantar sua melodia
Para alguém sentir o desespero dela
Estar condenado a saber que a esperança está morta
e você está arruinado
Então gritar 
E ninguém está lá... 
Ela sabia que ninguém se importavaO pai saiu de casa, a pobre mãe morreu 
Deixando Susie sozinha 
A alma do avô também havia partido
Ninguém para se importar 
Apenas para amá-la 
Quanto tempo alguém agüenta 
Negligenciar as necessidades nas orações dela?


Negligência pode matar 
Como uma faca em sua alma 
Oh, e vai 
A Pequena Susie lutou tanto para viver
Ela está deitada lá tão delicadamente
Arrumada tão graciosamente
Levante-a com cuidado 
Tão jovem e tão justa



Existem muitas versões para essa história. Mas Michael ficou tocado ao saber.

Alguns dizem que A inspiração por trás da canção veio de um artista - Helnwein Gottfried. Michael admirava seu trabalho, ele tinha comprado algumas de suas pinturas. Um deles, "Victim Beautiful", inspirou a canção. Helnwein também pinta sobre a condição humana retratando crianças feridas. Michael foi aparentemente muito tocado por seu trabalho. Parece haver uma semelhança entre o "Beautiful Victim" pintura e a arte-final para a canção incluída na história.
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